quinta-feira, 27 de agosto de 2015

CURSO DE SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS


CURSO DE SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS DA BRADO ASSOCIADOS


GERENCIAMENTO DE RISCOS CORPORATIVOS / ARE


MANUAL DE SISTEMAS DE SEGURANÇA ELETRÔNICA


BLINDAGENS


PROBLEMA DO BRASIL


GESTÃO DE RISCO


PROTEÇÃO PERIMETRAL


INSCRIÇÕES ABERTAS


SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA / SÃO PAULO


ESTATUTO DO DESARMAMENTO


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

ÉTICA


CONHECIMENTO HUMANO


POSTURA PESSOAL E PROFISSIONAL


HISTÓRICO DA SEGURANÇA PRIVADA

HISTÓRICO DA SEGURANÇA PRIVADA

Desde os tempos mais antigos, na verdade, desde a existência do homem, que a segurança faz parte das necessidades básicas do ser humano.
No inicio a necessidade era de se proteger de animais e outros grupos de pessoas que atacavam sua família, depois para a proteção do seu terreno, seu local de moradia e aconchego. Posteriormente a necessidade foi pelos seus bens patrimoniais e hoje ela atinge os bens intangíveis, como as informações, a imagem da empresa, etc.
Com o inicio de formações de pequenos grupos, os mais fortes eram escolhidos como protetores desses grupos e buscavam mais terras, atacando grupos rivais, roubando-lhes seus bens, esposas e filhos na tentativa de escravizá-los ou até mesmo de extinguir aquele povo rival.
As armas utilizadas por aqueles homens eram o fogo e armas feitas de madeira e pedras. O sistema de alarme eram os animais e seu bunker era a caverna.
Com a evolução do mundo, os riscos foram aumentando, pois as necessidades de segurança aumentavam, o homem queria proteger mais do que sua vida, ele queria manter sua família e suas terras.
Mais tarde, com a fixação dos acampamentos, onde posteriormente seria uma ladeia ou cidade, o homem teve sua preocupação aumentada pela perspectiva de perder tudo com a invasão de povos rivais.
Foram iniciadas as barreiras de proteção, que seriam os muros, as valas, os rios, etc. Foram buscar pontos estratégicos para o posicionamento da cidade, de onde tinham uma vista privilegiada a fim de não serem pegos de surpresa.
Uma das primeiras cidades criadas com a idéia de proteção foi a Babilônia, em (600 a.C.). A muralha da china é outro exemplo, criada a partir de 400 a.C. 
No século XVI, na Inglaterra, surgiam os primeiros “vigilantes”. Eram pessoas escolhidas por serem hábeis na luta e no uso da espada, remuneradas por senhores feudais, com os recursos dos impostos cobrados aos cidadãos. Típico da segurança pública. 
Só no século XIX, em 1852, que, devido às deficiências naturais do poder público, os americanos Henry Wells e Willian Fargo, criaram a primeira empresa de segurança privada do mundo. A WELLFARGO.
Na verdade era uma empresa que fazia escolta de cargas. As cargas não eram trazidas por caminhões, mas por diligências ao longo do rio Mississipi.
Em 1855, foi criada a Agência Nacional de Detetives Pinkerton, que foi uma agência investigação e segurança particular fundada nos Estados Unidos da América por Allan Pinkerton, detetive que ficou famoso ao frustrar uma conspiração para o assassinato do presidente Abraham Lincoln, 
A PINKERTON´S, que fazia o serviço de proteção das estradas de ferro tinha como logotipo da agência um olho aberto com as palavras "We Never Sleep" (nós nunca dormimos),

Já em 1859, as instituições bancárias estavam em pleno desenvolvimento e Perry Brink, fundou em Washington, a BRINK´S, que, inicialmente fazia a proteção de transportes de cargas, e, em 1891, fez o primeiro serviços de segurança de transporte de valores, tornando-se a primeira empresa de transporte de valores.
BRASIL
No Brasil, já em 1626, apresentava altos índices de violências e de impunidade de crimes. Por causa disso, o Ouvidor Geral Luiz Nogueira de Britto, determinou a criação de um grupo de segurança, conhecidos como “quadrilheiros”. Seus integrantes eram escolhidos entre os moradores das cidades e através de trabalho voluntário, prestavam um juramento de bem servir à sociedade. Com a evolução da Coroa e mais tarde República, a segurança evoluiu das milícias privadas para os serviços orgânicos de segurança pública (polícias) e privadas (segurança patrimonial).
Foi então que, através dos Decretos-Lei nº 1.034, de 09 de novembro de 1969 e nº 1.103, de 03 de março de 1970, as empresas de segurança e vigilância armada privada, surgiram em nosso País. Esses decretos, regulamentavam uma atividade até então considerada paramilitar e exigiam que os estabelecimentos financeiros (bancos e operadoras de crédito), fossem protegidos por seus próprios funcionários (segurança orgânica) ou através de empresas especializadas. (contratadas). Tal medida, tinha como objetivo inibir as ações de grupos políticos de esquerda que buscavam recursos, em assaltos a estabelecimentos bancários, para financiamento de sua causa revolucionária.
As empresas de segurança privada foram limitadas a um número de cinqüenta no Estado de São Paulo e eram controladas pela Secretaria de Segurança Pública, até 1983, quando sua fiscalização ficou sob a responsabilidade dos governos estaduais.
A demanda por segurança privada aumentou ao longo dos anos e a prestação de seus serviços deixou de ser exclusividade em instituições financeiras, passando a ter importância fundamental também para órgãos públicos e empresas particulares. O auge dos serviços foi em 1970 e a crescente procura exigia uma normatização, pois o Decreto de 1969, já não comportava todos os aspectos da atividade. O governo federal, em 1987, regulamentou a atividade através da Lei 7.102/83. 
A fiscalização deixou de ser estadual (SSP) para ser federal, através do Departamento de Polícia Federal (Ministério da Justiça) em 1995, através da Lei 9.017/95.
Em seguida o Departamento de Polícia Federal criou a Portaria 992/95 que estabeleceu os critérios para a realização dos cursos de vigilantes e outras parâmetros para atuação da segurança privada no Brasil. Surgem, neste momento, as escolas de formação de vigilantes.
Depois disso pouca coisa mudou até 2006, quando foi publicada a Portaria 387 e, posteriormente, suas atualizações (Portarias: 515/07;.358/09; 408/09; 781/10 e 1670/10).
Em 2012 a Portaria 387 foi revogada com a publicação da Portaria 3233/12, que foi alterada pela Portaria 3.258/13.
É necessário entender que muitas mudanças almejadas pela sociedade e, principalmente, pelo segmento da segurança privada não ocorreram ainda porque a Polícia Federal não pode contrariar a Lei, então há de se ficar claro que as leis 7.102/83; 8.863/94 e 9.017/95 são as que regem a segurança privada e elas são aprovadas pelo Legislativo, por este motivo é que aguardamos ansiosos a publicação do estatuto da segurança privada, que na verdade será uma Lei que substituirá estas que ordenam a segurança privada.
Desse modo o Departamento de Polícia Federal poderá criar novas Portarias que tragam os efeitos necessários.
Ainda a título de esclarecimento, o Decreto 89.056/83 regulamentou a Lei 7.102/83, de 20 de junho de 1983.
É com base nesta data da Lei 7.102/83 que foi promulgado o dia do profissional de segurança privada (20 de junho).
A data é comemorada no Estado de São Paulo (Lei Nº 14.225 de 9 de setembro de 2010) e no Rio de Janeiro-RJ (Lei Nº 5.398 DE 8 de maio de 2012 e Lei Nº 5.146 de 7 de janeiro de 2010).
Deve haver outros estados com legislação específica, mas a data de comemoração do dia do profissional de segurança privada é 20 de junho.


Parabéns aos profissionais!

FONTE PROF. MORETTI

A ARTE DA GUERRA


CHEFIA E LIDERANÇA


GESTÃO DO TEMPO


FUNDAMENTOS E CRITÉRIOS DE QUALIDADE


ANÁLISE DE CENÁRIOS


SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS / COMPETÊNCIAS DO GESTOR

Competências do Gestor de Segurança


O gestor de segurança pode ser o responsável pelo gerenciamento das atividades de segurança privada tais como segurança patrimonial, transportes de valores, escolta armada, segurança pessoal, segurança eletrônica, conduzir sindicância interna, segurança da informação, segurança contra incêndio, segurança na logística, impreterivelmente interagindo com as demais áreas da empresa e órgãos externos públicos e privados; para tanto, é necessário demonstrar uma potencialidade positiva, que em geral, é representada pelas forças resultantes das estratégias utilizadas em busca do alto desempenho. 
Muitas são as dúvidas do RH (Recursos Humanos) na hora de contratar um gestor de segurança ou promover aquele colaborador que já conhece as atividades de segurança empresarial. Este artigo pretende fornecer algumas dicas para avaliação do pretenso candidato à vaga de gestor do departamento de segurança empresarial ou corporativa, industrial, patrimonial, prevenção de perdas, gerenciamento de risco ou similares.

Recomenda-se que este profissional seja ser um agente multiplicador da cultura de prevenção e também um usuário dos conceitos e terminologias adotadas em normas técnicas e nas melhores práticas de gestão utilizadas pelo mercado em busca da sustentabilidade, preservação do meio ambiente e excelência.

CONHECIMENTOS

É importante que o gestor de segurança tenha conhecimentos gerais como economia, gestão de pessoas, contabilidade, comunicação, direito trabalhista, direito penal, marketing, estatística, administração, logística, qualidade dentre outros. Assim, convém solicitar ao candidato a comprovação de conclusão de graduação em segurança empresarial ou similar, bem como, pós graduação em segurança empresarial ou similar, além de cursos de extensão pertinentes ao tipo de negócio ou à função específica que irá desenvolver como, por exemplo, analista de riscos na área de monitoramento da prevenção de perdas o que será uma forma muito importante de evidenciar os conhecimentos.

SABER FAZER

Como forma de demonstrar as habilidades, o gestor deve saber fazer:
 Política integrada de segurança, normas e procedimentos,
 Projetos de segurança e de melhorias, contendo ações de mitigação de riscos.
 Planejamento estratégico, tático e operacional,
 Planos de segurança prevendo contingências para as situações de emergências, continuidade de negócio e gerenciamento de crise.

Em todas as atividades são utilizadas pessoas e nesse sentido deverá administrar recursos humanos iniciando com a definição do perfil e informações necessária dos profissionais da segurança a serem recrutados, selecionados e entrevistados. Também é fundamental providenciar e fiscalizar a documentação legal do colaborador (vigilante), participar da integração e inseri-los em programas de treinamentos e qualificações, monitorando comportamento, elaborando a escala de trabalho e remanejando-o quando for o caso, visando à otimização de suas habilidades.
Para realizar implementações e implantações é necessário definir os serviços e equipamentos de segurança, aprovar sua compra, selecionar fornecedores, analisar orçamentos, elaborar planilhas de custos, conferir materiais e serviços solicitados, e nesse caso, a realização de análise, identificação e classificação de riscos, identificação de vulnerabilidades, ameaças, impactos, probabilidade de sinistro e avaliação dos ativos a serem protegidos (tangíveis e intangíveis) é fundamental.

A utilização de inteligência na atividade de segurança empresarial colabora com os resultados, portanto, receber e analisar informes, transformando-os em informações essenciais para a formulação de cenários prospectivos, permite que a alta administração possa realize ações estratégicas.

ATITUDES

As atitudes são as características mais difíceis de serem avaliadas num primeiro momento, se comparadas às habilidades e conhecimentos que podem ser adquiridas no mercado. No que diz respeito ao desenvolvimento específico, a empresa, pode ela mesma investir. Já a atitude não se forma, não se ensina, portanto, ter pro atividade é preponderante para o sucesso do gestor e da empresa.
Não posso deixar de destacar outras qualidades pessoais tais como capacidade de demonstrar liderança, visão estratégica, perspicácia, flexibilidade, equilíbrio emocional, capacidade de observação, negociação e persuasão, trabalho em equipe, administração de conflitos, possuir discrição e, acima de tudo, ter conduta e ética profissional.

Vale ressaltar a necessidade de conhecimento dos aplicativos do Office ou similares, e conhecer e das ferramentas de gerenciamento, de tal forma a utilizar e alinhar, e quando necessário indicar uma mais adequada ao cumprimento de metas e medição dos resultados.

Concluí-se, que é um grande desafio contratar um bom gestor de segurança, especialmente se na empresa não tiver um grande conhecedor de segurança empresarial para desenhar juntamente com o RH, a descrição de cargo, plano de carreira e salário. No entanto, existem no mercado consultorias especializadas nesta área. Também é uma opção, fazer parte de grupos de estudo para troca de experiências e quem sabe, ser premiado com uma orientação técnica e sem custo de um profissional que faça parte do grupo.

Por fim, e não menos importante, deve o gestor conhecer profundamente a legislação pertinente à sua profissão e as suas atividades desenvolvidas diariamente, além da legislação correlata aos negócios da empresa.

FONTE ARTIGO DE TEANES SILVA NO PORTAL ADMINISTRADORES

ARTIGO DO PROF. ESPECIALISTA ULISSES NASCIMENTO

SEGURANÇA EM CONDOMÍNIO É INVESTIMENTO !


Condomínio, do latim “condominium” significa direito de propriedade exercido em comum, em conjunto com outros proprietários e caso pesquisemos na internet sobre “segurança em condomínios” encontraremos milhares de referências, entretanto quando resolvemos pensar tecnicamente neste tema encontramos muitas dificuldades, pois este setor está contaminado pelo despreparo, amadorismo, corrupção e antiprofissionalismo.

Os condomínios podem ser horizontais, verticais, comerciais, residenciais e mistos, e pelas últimas notícias continuam sendo atrativo para quadrilhas especializadas em todas as cidades do Brasil. As perdas patrimoniais são muitas, às vezes cobertas por seguros particulares, e em muitos casos temos as perdas das vidas de inocentes que arrebentam as famílias, os riscos não são identificados, analisados,avaliados e tratados. 

Todas as entidades que administram esta categoria de empreendimento indicam que o administrador, o síndico, síndico profissional ou mesmo o zelador sejam assessorados por um especialista em segurança para a gestão do “Projeto de Segurança do Condomínio”.Temos observado em muitos anos de experiência que desde o processo de escolha da Consultoria de Segurança há um jogo de interesses muito grande, pois a Comissão de Segurança, que é eleita, em muitos casos não conhece do assunto , tratando de forma policialesca e individual , em vez de tratar o tema de forma preventiva e coletiva. 

Como escolher a Consultoria, ou o Especialista em Segurança ? Geralmente este tipo de investimento em proteção abre o processo de  Carta Convite ou  Tomada de Preços e são analisadas no mínimo três propostas,  com a documentação da empresa , assim como o portfólio dos consultores devem ser checados. Em minha opinião desde a construção e escolha da administradora, um especialista de segurança deveria acompanhar o Projeto, pois em muitos casos, a segurança não é privilegiada e temos vulnerabilidades que surgem do projeto, esta matéria é estudada em CPTED onde podemos aliar a arquitetura para iniciar e aumentar  a proteção dos moradores. Escolhida a Consultoria temos uma questão  muitas vezes esquecida – Minuta de Contrato  - e o  fechamento do negócio. Neste ponto temos que ser minuciosos, pois os consultores e especialistas esquecem-se de prever multas por rescisões, que muitas vezes são de cunho sentimental e não técnicas. 

O contrato é instrumento importante, pois todas as etapas devem ser previstas, apresentação de propostas técnicas e comerciais após vistoria técnica, memorial fotográfico confidencial, minuta de contrato, contrato, análise de cenários, e diagnóstico de segurança. Existem normas e conformidades de ARE, qualidade e segurança do trabalho que devem ser seguidas para uma análise de riscos minuciosa e criteriosa e elaboração do plano de ação. Na minha empresa orientamos os Síndicos a contratarem uma empresa especializada para a Gestão do Projeto de Segurança e entramos novamente no circuito de negócios para ganhar mais esta concorrência.

Em nossos estudos verificamos que os empreendimentos não possuem provisões para Projetos de Segurança e após a realização do Plano de Ação o esforço de implementação é lento e muitas vezes nulo, portanto o consultor de segurança e sua empresa devem prever o prazo  para a realização das obras necessárias em EAP de Projeto, e caso aconteça uma ocorrência por negligência da Comissão , buscar meios judiciais de defesa. A segurança em condomínios precisa de profissionalismo, seguir a ISO 31000 e a ISO 31010 e seus gestores estudarem e pesquisarem as melhores formas de aumentar a proteção. 

Nos planos de ação temos que identificar os riscos de roubos, pequenos furtos, seqüestros, incêndios, responsabilidade civil e outros e preparar o pessoal de segurança orgânico ou contratar empresa especializada, o investimento em sistemas de controle de acesso, sistemas de proteção eletrônica, treinamento de pessoal deve estar no orçamento, pois a concretização de um risco pode trazer graves conseqüências a todos os moradores.A segurança em condomínios é responsabilidade de todos, e todos devem participar das Assembléias,  das Palestras de Consegs e treinamentos de Segurança, para que seja criada uma Cultura de Segurança.

ULISSES NASCIMENTO

FERRAMENTA 5W2H


MATRIZ SWOT / FOFA


PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS


CICLO PDCA


TIPOS DE PLANEJAMENTO


CONCEPÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO


OBJETIVOS DO PLANEJAMENTO TÁTICO


PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE SEGURANÇA CONDOMINIAL


PLANEJAMENTO TÁTICO E TÉCNICO DE SEGURANÇA DE CONDOMÍNIOS


CRIATIVIDADE & INOVAÇÃO


terça-feira, 25 de agosto de 2015

BRADO ASSOCIADOS CONSULTORIA E SERVIÇOS / SERVIÇOS EDUCACIONAIS


CURSO IN COMPANY DE SEGURANÇA EM CONDOMÍNIO / BRADO ASSOCIADOS


NORMAS TÉCNICAS


CONTRA A DISCRIMINAÇÃO DE PPD


UTILIDADE PÚBLICA


CONVENÇÃO SECOVI 2015 - SÃO PAULO


DIRECIONAL CONDOMÍNIOS 18 ANOS


REVISTA EMERGÊNCIA


APRENDER SEMPRE !


Curso de Segurança em Condomínios em São Paulo / Brado Associados


Curso de Segurança em Condomínios em São Paulo / Brado Associados


Curso de Segurança em Condomínios em São Paulo / Brado Associados


CURSO DE SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS IN COMPANY


SÍNDICOS & CIA


SISTEMAS ELETRÔNICOS DE PROTEÇÃO


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CONDECA